A pesquisa clínica é fundamental para que um medicamento ou tratamento seja disponibilizado no mercado, pois para obter o registro obrigatório junto à Vigilância Sanitária, a pesquisa deve comprovar que o medicamento é eficaz e seguro. Depois de autorizados, os estudos clínicos são propostos pelos laboratórios farmacêuticos, responsáveis por administrar e financiar todo o processo. As pessoas participam das pesquisas voluntariamente e recebem o tratamento completo do estudo (incluído o medicamento do estudo, exames clínicos e laboratoriais, dentre outros) gratuitamente. De acordo com as normas brasileiras, os participantes não recebem nenhum tipo de remuneração e a sua identidade não é revelada.

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Mesmo antes de receberem licença e chegarem ao mercado, medicamentos promissores têm atraído cada vez mais a atenção de pacientes com doenças graves em busca de alternativas terapêuticas. Em apenas dois anos, triplicou o número de brasileiros que conseguiram autorização para usar um remédio que, embora ainda em fase de estudos, acumula resultados preliminares animadores.

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Principais responsáveis pela queda da mortalidade infantil nas últimas décadas no Brasil, as vacinas começam a enfrentar, em pleno século 21, resistência de alguns movimentos e descaso de parte da população. O resultado é preocupante no aspecto da saúde pública e já pode ser observado na queda dos índices de adesão de alguns imunizantes e no aumento de casos de doenças praticamente eliminadas.

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